sábado, 13 de fevereiro de 2016
Rapidez Angelical ( Angelologia)
"Estando eu, digo, ainda falando na oração, o varão Gabriel, que eu tinha visto na minha visão ao princípio, veio voando rapidamente..." (Dn 9.21a). A arte medieval apegou-se à narrativa que está em foco, que descreve o anjo Gabriel "...voando rapidamente" como fundamento para a imposição de asas em todos os seres angélicos. É verdade que os querubins (Êx 25.20), os serafins (Is 6.2-6), Gabriel (Dn 9.21), o anjo dos dois ais (Ap 8.13) e o anjo do evangelho eterno (Ap 14.6) foram declarados como tendo asas. Os querubins aparecem nas imagens douradas sobre o propiciatório. E, assim, os serafins de Isaías tinha "seis asas" cada. Os anjos passam de um local para outro com uma rapidez inconcebível e retornam novamente como se não estivessem estado ali! Vejamos pois: Entre todas as criaturas que estão dentro dos limites de nossa visão, aquelas que possuem asas e voam, exemplificam as dotadas de maior velocidade. As Escrituras e conseqüentemente nossa própria imaginação, nos levam a entender que os anjos são seres velozes além da imaginação humana. Isto é, eles se movimentam dentro do campo da metafísica vão além das leis estabelecidas pela física. Em nossas dimensões, a capacidade da rapidez angelical é comparada à "rapidez de um relâmpago" (Mt 28.3); 300.000 km por segundo, mas na esfera celeste são rápidos como a imaginação. Observe o que diz o Senhor em Mateus 26.53: "Ou pensas [Pedro] tu que eu não poderia agora orar a meu Pai, e que ele não me daria mais de doze legiões de anjos?" Observe agora! Que distância há entre o trono de Deus e o Jardim do Getsêmani? É inconcebível! Mas "doze legiões" poderiam chegar ali, numa fração de segundo. Isso indica também a idéia de "um momento" (1 Co 15.52). "Momento", em grego, é "átomos". É a única
ocorrência desse termo, em todo o Novo Testamento. De acordo com o doutor R. N. Champlin, Ph. D., esse vocábulo era originalmente usado para denotar uma partícula indivisível, devido à sua pequenez. Literalmente, essa palavra significa "impossível de ser cortada", ou seja, incapaz de sofrer qualquer divisão. (2)Essa idéia o apóstolo Paulo procurou esclarecer ainda mais citando um "...piscar de olhos" (1 Co 15.52). O pensamento que deve ser destacado, em relação à velocidade angelical é que sua morada é o Céu, mas, mesmo assim, podiam chegar instantaneamente para defesa de seu Senhor. Isso indica velocidade, rapidez verdadeiramente inconcebível. Apenas cinco classes de anjos são apresentados na Bíblia como portando asas: Os querubins (Êx 25.20; 2 Co 5.7; Ez 1.6; Ap 4.8 e ss). Os serafins (Is 6.1-6). O anjo Gabriel (Dn 9.21). O anjo dos "dois ais" (Ap 8.13). O anjo do "evangelho eterno" (Ap 14.6).
sábado, 17 de outubro de 2015
Tricotomia Humana Entenda
"E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo, sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. " 1Ts 5.23.
O ser humano é tripartido. Todo homem é espírito alma e corpo. O corpo é diferente da alma e a alma é diferente do espírito. ( diferente do Espírito Santo )
O homem é um espírito que tem uma alma e habita num corpo.
Corpo : Minha forma visível. Com ele me relaciono com o mundo exterior.( ex.: Os cinco sentidos, fala, audição, visão, olfato, tato. )
Alma : É tudo que o homem é. Sua personalidade. Seu ego. É o mundo dos pensamentos, sentimentos e decisões. A alma está entre o espírito e o corpo.
Pertence aos dois. Está ligada ao mundo espiritual através do espírito e ao mundo material através do corpo. Através da alma tenho consciência de mim mesmo.
Áreas da alma
Mente : Sede da alma, intelecto, pensamentos, raciocínios, memória.
Vontade : Instrumento para tomar decisões. Poder para escolher.
Emoções : Instrumento para expressar nossos sentimentos, gostos, simpatias, alegrias, tristezas, amor, ódio, etc.
O Termo alma representa o hebraico nephesh, que em muitas outras passagens se traduz por “vida” ou criatura.
Usa-se esse vocábulo a respeito dum ser vivo (Gn 17. 14; Nm 9.13, etc.); e dos animais, como criaturas (Gn 2.19, 9.15, etc.); e da alma como substancia distinta do corpo (Gn 35.18); da vida animal (Gn 2.7; note-se a aparente identificação com o sangue, Lv 17.14; e Dt 12.23); da alma como sede dos afectos, sensações e paixões, sendo susceptível de angústia (Gn 42.21), de aflição (Lv 16.29), de desanimo (Nm 21.5), de desejo (Dt 14.26), de aborrecimento (SI 107. 18); e sendo, também, capaz de comunicação com Deus.
Como vinda Dele (Ez 18.4). desejando-O (SI 42.1, Is 26.9), regozijando-se Nele (SI 35.9; Is 61.10), confiando Nele (Sl 57.1), adorando-O (SI 86.4, 104.1), mas pecando contra Deus e fazendo mal a si própria (Jr 44.7; Ez 18.4; Mq 6.7).
No N.T. é o termo “alma’ a tradução do grego “psyché”, que, como nephesh, é muitas vezes traduzido por “vida”.
Usa-se acerca do homem individual (At 2.41; Rm 13.1: 1 Pe 3.20); da vida animal sensitiva, com as suas paixões e desejos, distinguindo-se do Corpo (Mt 10.28). e do espírito (Lc 1.46; 1 Ts 5.23; Hb 4.12).
A alma é susceptível de perder-se (Mt 16.26); de ser salva (Hb 10.39; Tg 1.21); e de existir depois da separação do corpo (Mt 10.28; Ap 6.9; 20.4).
ESPIRITO
Espírito humano: Ponto de contacto com Deus. É através do meu espírito que tenho consciência de Deus e me relaciono com Ele. Deus é Espírito e só podemos perceber Deus no espírito. ( Ef 2:22 Jo 4:24 )
A palavra “espírito” no A.T. é, com duas excepções, uma tradução do termo hebraico ruach, que também tem a sua significação literal de “vento” (Gn 8.1, etc.), sendo em muitas passagens traduzido por “sopro”, com aplicação ao ar respirado (Jó 17.1; Is 2.22) e à frase “fôlego de vida” (Gn 6.17; 7.15; cp com Sl 104.29, e Ez 37.8).
Deste modo é naturalmente empregada a palavra acerca do principio vital, o principio da vida animal (anirna, psyché), quer se trate de homens ou de animais (“fôlego”, Ec 3.19); de homens (Gn 45.27; Nm 16.22; Jó 10.12; SI 104.29; Ec 12.7; Is 38.16; 57.16).
Noutras passagens refere-se ao principio espiritual ou à alma racional (anomus, pneuma).
Neste sentido é o espírito a sede das sensações e das emoções; ele é altivo (Pv 16.18), atribulado (1Sm 1,15), humilde (Pv 16.19); tornam-se nele subjectivas as graças divinas (Sl 51.10; Ez 11,19; 36.26).
No N.T., o espírito (pneuma ), como faculdade divinamente concedida, pela qual o homem pode pôr-se em comunhão com Deus, distingue-se do próprio carácter natural (psyché); veja-se especialmente 1Co 2.10 a 16.
A Bíblia claramente faz supor a existência do espírito, separado do corpo depois da morte (Lc 24.37, 39; Hb 12.23 ).
Qual a Diferença entre "Alma" e "Espírito"?
"O mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo" (1 Tessalonicenses 5:23).
"Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração" (Hebreus 4:12).
Estes dois versículos mostram que a Bíblia às vezes distingue entre "alma" e "espírito".
A palavra portuguesa "alma" geralmente vem ou do hebraico "nephesh" ou do grego "psyche" e pode ser usada de várias maneiras.
Ela às vezes se refere à ideia de vida física e é frequentemente traduzida como "vida" (Mateus 6:25; 2:20; Filipenses 2:30).
Às vezes se refere à pessoa e é, assim, traduzida como "pessoa" (Atos 7:14; 1 Pedro 3:20).
Ocasionalmente, a palavra "alma" é usada para falar do "espírito" do homem, que não pode ser destruído, mas que pode sofrer castigo eterno e expulsão da presença de Deus. (Mateus 10:28; 1 Pedro 1:22; Atos 2:27,31; Salmo 16:10).
"Alma" é raramente usada em referência a Deus.
O termo espírito faz ressaltar o aspecto espiritual do homem, ou do próprio Deus. Ele vem do hebraico "ruach" e do grego "pneuma".
Esta palavra pode ser usada para falar do aspecto racional, moral e espiritual do homem (1 Coríntios 2:11), mas não é usada para animais.
É também frequentemente usada para falar de Deus como um ser espiritual (1 Coríntios 3:16; 2 Coríntios 3:3).
Enquanto as palavras "alma" e "espírito" são às vezes intercambiáveis, é claro que muitas passagens fazem uma distinção.
"Alma" é associada mais comummente com a vida física, enquanto "espírito" se relaciona mais com a mente e o aspecto espiritual do homem.
A vida física é tirada do homem quando seu espírito é separado de seu corpo (Tiago 2:26; Eclesiastes 12:7).
Mas o espírito eterno que volta a Deus para ser julgado continuará a existir eternamente.
Pelos nossos actos nesta vida, cada um de nós escolhe para onde seu espírito irá na eternidade.
Ou sofremos o castigo eterno ou gozaremos a vida eterna (Mateus 25:46; 2 Tessalonicenses 1:9).
Decidimos nosso futuro eterno pelo que fazemos nos corpos que temos agora (2 Coríntios 5:10).
A alma se separa do espírito? Ou são inseparáveis?
Resposta
Segundo o ensino de Paulo em I Ts. 5:23, somos compostos de três partes: Corpo, alma e espírito. O que Significam esses três elementos?
CORPO
Parte material do homem.
ALMA (CORAÇÃO)
Substância incorpórea, imaterial, invisível, criada por Deus à sua semelhança, fonte e motor de todos os actos humanos. É a parte imortal dos homens, em contraste ao corpo (Is.10:18, Ap.6:9, 20:4).
ESPIRITO (RAZÃO)
O espírito é a parte do homem que inclui a razão, a vontade e a consciência, que é imortal.
Na Criação do homem, pode-se ver a formação e constituição dessa “tri-unidade”: “E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra (corpo), e soprou em seus narizes o fôlego de vida (espírito) e o homem foi feito (alma) vivente (Gen.2:7).
Parece-nos que alma e espírito estão tão intrinsecamente ligados que são inseparáveis.
Muitas vezes parecem se confundir os dois, como por exemplo: Em Ec.12:7, é o espírito que volta a Deus no momento da morte, já em Ap.6:9, é a alma.
Em Mat.10:28, a parte que morre é a alma, já em Tiago 2:26 é o espírito.
Resumindo, se a alma é a sede e o centro da vida humana, e o espírito é o intelecto, dá-nos a impressão que são inseparáveis, pois na eternidade nossa alma viverá, e estaremos bem conscientes (espírito).
O Homem comparado ao Tabernáculo de Deus
I Cor. 3:16
"Não sabeis vós que sois santuário de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?"
O tabernáculo assim como o Templo eram compostos ou formados de 3 partes.
Cada uma delas pode ser comparada às partes que formam o homem já salvo.
O Átrio: A parte que circundava, representa o nosso corpo.
Lugar Santo: onde se acendia a Lâmpada, representa a alma.
Santo dos Santos: Onde Deus habitava e manifestava Sua presença, representa o espírito.
CRIAÇÃO E QUEDA DO HOMEM
Deus criou o homem à sua imagem e semelhança.
O criou para ter comunhão com ele. Adão antes da queda era um homem perfeito e usava todo seu potencial da alma, mas era governado pelo espírito.
O Homem foi criado à semelhança de Deus. Tinha comunhão com Deus em espírito que governava sua alma , que por sua vez governava o corpo.
O homem era um ser governado pelo espírito.
Após a queda o espírito do homem morreu para Deus e o homem perdeu a comunhão com Ele.
O homem passou a ser governado pela sua alma.
OS 3 PASSOS (FASES) PARA A SALVAÇÃO
1) Justificação do espírito.
Livra-me da culpa do pecado. É o inicio da caminhada.
Quando o homem caiu (escolheu fazer a própria vontade ao invés da vontade de Deus), ele morreu espiritualmente.
O homem ficou então incapaz de ter comunhão com Deus por causa da culpa do pecado. Gn 3:7-10
O problema da culpa só tem duas soluções : É paga ou perdoada.
O homem por si só não pode justificar-se diante de Deus e remir sua culpa.
Deus é perfeitamente santo, puro, justo e qualquer erro, por menor que seja, qualquer pensamento impuro, qualquer deslize , para ele é uma ofensa terrível
Mas pela sua misericórdia e amor Ele enviou Jesus, que foi perfeito, puro, justo, santo, não cometeu nenhum pecado e por isso foi oferecido como sacrifício pelos nossos pecados, nos perdoando e livrando de toda culpa.
Podemos agora Ter comunhão com Deus livremente.
Aqui começa o drama do homem, ou ele aceita o perdão de Deus através de Jesus Cristo, ou ele vai tentar achar alguma forma de remir esse sentimento.
( religiosidade, obras, auto-punição )
Religião => forma do homem tentar aplacar a ira de Deus.
Recebemos o perdão pela graça de Deus, mediante a fé em Jesus Cristo.
Mas muitas pessoas não aceitam ser salvas sem que tenham que fazer algo.
A graça de Deus é uma afronta ao orgulho do homem.
O novo nascimento, a obra de Jesus por nós , vivifica o nosso espírito e podemos novamente ter comunhão com Deus. Ef 2:1 Jo 1:12-13
2) Santificação da alma.
Cura das lembranças e emoções, vontade ajustada com a vontade de Deus. Imprime em nós o carácter de Cristo ( caminhar por fé e não por sentimentos ).
Deus cura nosso espírito nos dá tudo que precisamos para ter uma vida santa e reta em perfeita comunhão com Ele (um novo espírito, uma nova vida ). II Pe 1:3
Em que nos enroscamos então ?
Nas enfermidades da alma causadas pelo pecado ( independência de Deus ) em nossa mente, vontade e emoções .
Nossa alma ( mente, vontade e emoções ) foi afetada pelo pecado e também precisa de cura
Quando nos convertemos Deus, através de sua Palavra, começa uma limpeza em nosso interior, em nossa alma. Lc 21:19 - I Pe 1:9 - I Pe 1:22
3) Glorificação do corpo
O objetivo final na ressurreição ou arrebatamento, quando receberemos um novo corpo, semelhante ao de Cristo depois de ressurrecto. I Co 15:51-52
Ao nos convertermos nosso espírito é vivificado e estamos salvos, mas Deus quer fazer mais.
ALMA CORPO E ESPIRITO REPRESENTADOS EM UMA LÂMPADA.
“O espírito do homem é a lâmpada do Senhor, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do coração (ou alma).” (Pv. 20.27).
1 - O Espírito Santo (Sua Pessoa)
É representado pela “Energia Eléctrica.” Não o podemos enxergar, mas Ele é o Poder de Deus em nós, habitando em nosso espírito recriado quando recebemos a Jesus como nosso SENHOR E SALVADOR – (Rm. 10.9-10) “Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação.” (NVI).
O espírito (do homem) tem três funções principais:
CONSCIÊNCIA – É o órgão de discernimento que distingue o certo e o errado, mas não por meio da influência do conhecimento acumulado na mente, senão por um julgamento espontâneo e directo; a consciência condena todas as condutas que não seguem as direcções dadas pela intuição;
INTUIÇÃO – É aquele conhecimento que chega até nós, sem qualquer ajuda da mente, emoção ou vontade.
Chega intuitivamente. As revelações de Deus e todos os movimentos do Espírito Santo, tornam-se conhecidos do crente por meio da intuição; a CONSCIÊNCIA julga segundo a intuição;
COMUNHÃO – É adorar a Deus. A adoração só pode ser feita no espírito recriado do homem.
2 - “A Alma ou o coração do homem”
É representada aqui como sendo “A Luz da Lâmpada”. É na alma do homem que residem seus sentimentos (Afetos, Emoções, desejos, vontades).
Ainda existe no crente a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, comummente chamada de “obras da carne”.
Carne é sinónimo de “eu natural”, coração. No coração (sede dos sentimentos) estão inseridos desde a queda de Adão, propensões para o pecado que lutam contra a nova natureza vinda pela sua conversão em Cristo.
Esta nova natureza ou novo nascimento, se dá pelo espírito do homem recriado, regenerado, que vai fazendo com que a alma do homem se submeta ao senhorio de Jesus.
Há uma gradual santificação, por uma voluntária aceitação da Verdade de Deus e esta alma vai absorvendo a luz e a glória de Deus através do Espírito Santo em nosso espírito – automaticamente, aquele mal vai esvaziando.
Não devemos confiar em nosso coração, mas devemos nos orientar em todas as áreas da vida usando a Palavra.
Estando o nosso coração submisso ao SENHOR, todas as coisas estarão sob controle até nas horas de dificuldade.
3 - “O Corpo do homem é representado pela parte Física da lâmpada”.
O corpo recebe um estímulo interno que é o da alma. Podemos dizer que o corpo é a ligação física em um estímulo invisível da alma. O corpo é o abrigo externo dela, por isso se o corpo estiver preso aos actos do velho homem, ele será a exteriorização física do pecado.
Temos um valor grandioso para Deus, senão Ele não teria entregue Seu Filho Jesus.
Nosso espírito, alma e corpo, são importantíssimos para Deus, tanto é que todas as nossas atitudes, sejam elas, de obediência, devoção, comportamentos e ações, estão sendo vistas mas nunca controladas.
“E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” (Hb. 4.13).
Que Deus nos ajude através do Seu Espírito Santo a entender todas estas coisas. Amém.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Sete Palavras Hebraicas que Significam Ouro
Para expressar o ouro, a língua hebraica tem sete vocábulos, cada um deles expressando o valor e a doçura da Palavra de Deus, ou um sentido de nosso testemunho e de nossa felicidade.
1. Zahab, brilhante, coisa que brilha. A palavra de Deus se destaca por um brilho que tem o poder de despertar o pecador. O brilho também é o testemunho do crente.” Assim brilhe a vossa luz diante dos homens" (Mt 5.16). Esta palavra "zahab" é a que vem mais vezes no Antigo Testamento. Aparece oito vezes em Gênesis, mais de oitenta em Êxodo, e, em todo o Antigo Testamento, mais de trezentas.
2. Paz, ouro refinado (nada tem com”paz'' em nossa língua, essa no hebraico é "shalom"). Expressa a pureza de Jesus Cristo. "Ele não conheceu pecado" (2Co 5.21). "Nele não há pecado" (1Jo 3.5). "As palavras de Deus são" mais desejáveis do que o ouro ("zahab", brilhante), sim, mais desejáveis do que o ouro fino (paz, ouro refinado) (Sl 19.10).
3. Betser, ouro bruto que precisa ser beneficiado (Jó 22.23-25). Se a palavra de Deus permanece em nós, somos aprovados e enriquecidos com as bênçãos espirituais (Jo 15.5-7 e 11). Fruto abundante e gozo completo que vem da união a Jesus Cristo.
4. Carutz, ouro cortado em pedaços ou provado (Jó 23.10 e Pv 17.3). Aplica-se à provação de Deus para nos aperfeiçoar. Referências: Romanos 5.3-5; Tiago 1.2-4; 1 Pedro 1.6,7.
5. Que-tem, cortado em, gravado, marcado. Em relação ao ouro, quer dizer que é verdadeiro ou garantido porque tem o sinal ou a marca estampada. Em Jó 28.16 diz o texto que o valor da sabedoria é superior ao ouro de Ofir. “Seu valor não se pode avaliar pelo ouro de Ofir''. Esta palavra “que-tem'' está também em Salmos 45.9; Provérbios 25.12; Cantares 5.11; Isaías 13.12. Como título de alguns Salmos, esta palavra é usada com um prefixo e na forma verbal: “Miq-tam” O sentido ali é um escrito ou uma gravação. Ex.: Salmos 56,57,58,59,60. São escritos de Davi acerca do Filho de Davi e Senhor de Davi.
6. S'gor, do verbo sa-gar, completar, cobrir, terminar. "S'gor" é sólido, completo, terminado. Em 1 Reis 6.20b: "...cobriu-o também de ouro o altar de cedro". Em Jó 28.15a "Não se dá por ela [a sabedoria] ouro fino...” A lição aqui é: a sabedoria de Deus é completa, nada se pode acrescentar às suas palavras.
7. D'hav, é uma palavra da língua caldaica, só aparece nos livros de Daniel e de Esdras e tem o mesmo valor de “Zahab”que acima está, no n-1.
Autor Severino Pedro
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Marcos (Profundo)
Quanto ao autor do Evangelho de Marcos Duas coisas nos chamam a atenção: A primeira é a identidade de Marcos descrita nas Escrituras. O nome completo do autor desse evangelho é João Marcos, sendo que João é seu nome hebraico e Marcos seu nome romano. Temos várias informações importantes sobre esse personagem nas Escrituras: Em primeiro lugar, Marcos era filho de Maria, uma cristã que hospedava cristãos em sua casa (At 12.12). Isso significa que João Marcos procedia de uma família aquinhoada de bens materiais e tinha familiaridade com a igreja, desde sua juventude. Em segundo lugar, Marcos participou da primeira viagem missionária de Paulo e Barnabé (At 12.25). Ele saiu de Jerusalém com Paulo e Barnabé e foi morar em Antioquia da Síria, de onde saiu com eles para a primeira viagem missionária na região da Galácia. João Marcos era um auxiliar hypẽrtẽs de Barnabé e Saulo nessa primeira viagem missionária (At 13.5). Em terceiro lugar, Marcos desistiu da primeira viagem missionária no meio do caminho (At 13.13). Não sabemos precisamente as razões que levaram Marcos a desertar dessa viagem. Elencamos três sugestões: Paulo decidiu largar a região costeira e ir para o interior, onde os perigos eram imensos; Paulo passou a ocupar a liderança da viagem, até então ocupada por Barnabé; a insegurança característica de sua própria juventude e inexperiência. Em quarto lugar, Marcos é rejeitado por Paulo na segunda viagem missionária (At 15.37-40). A rejeição de Paulo ao ingresso do jovem Marcos na segunda viagem missionária teve repercussões profundas na agenda missionária da Igreja e no relacionamento dos dois grandes líderes Paulo e Barnabé. Houve tal desavença entre eles, que Barnabé deixou Paulo e partiu para uma nova frente missionária, levando consigo a Marcos para Chipre, sua terra natal. Em quinto lugar, Marcos era primo de Barnabé (Cl 4.10). Esse fato revela que a família de Marcos era abastada. Sua mãe tinha uma casa que servia de lugar de encontro da Igreja primitiva e Barnabé era homem de posses (At 4.37). Isso também lança uma luz sobre o fato de que Barnabé, além de sua característica de consolador, não desamparou a Marcos, quando este foi barrado por Paulo no seu intento de participar da segunda viagem missionária. Em sexto lugar, Marcos esteve preso com Paulo em Roma (Cl 4.10). Marcos tornou-se um grande líder cristão do século 1. Jerônimo disse que ele foi ao Egito e ali plantou a igreja de Alexandria.7 Agora, ele está preso em Roma, com Paulo, durante a sua primeira prisão. Em sétimo lugar, Marcos tornou-se um cooperador de Paulo (Fm 24). A Carta a Filemom foi escrita no interregno entre a primeira e a segunda prisão de Paulo em Roma. Paulo destaca que nesse tempo Marcos era seu cooperador. Em oitavo lugar, Marcos foi chamado por Paulo para assisti-lo no final da sua vida (2Tm 4.11). Marcos estava em Éfeso quando Paulo foi preso pela segunda vez. Agora, Paulo está num calabouço romano, aguardando o seu martírio. Paulo reconhece que o mesmo jovem que ele dispensara no passado agora lhe é útil e deseja tê-lo como seu cooperador no momento final da sua vida. Isso nos prova a mudança de conduta de Paulo bem como sua mudança de conceito acerca de Marcos.
Em nono lugar, Marcos era considerado um filho de Pedro na fé (1Pe 5.13). Marcos teve um estreito relacionamento com Pedro. O apóstolo o chama “meu filho”. Possivelmente o próprio Pedro o tenha levado a Cristo e seja seu pai na fé. Quando Pedro foi solto da prisão, foi para a casa de Maria, mãe de Marcos, onde a igreja estava reunida. Em décimo lugar, Marcos é apontado pela maioria dos estudiosos como o jovem que se vestiu com um lençol para ver Jesus (Mc 14.51,52). Nesse tempo esse jovem era apenas um seguidor casual de Cristo. Era apenas um espectador curioso que queria acompanhar o desenrolar da prisão do rabi da Galiléia, mas estava inadequadamente vestido no meio da multidão. Ao ser agarrado pela soldadesca que prendia a Jesus, fugiu desnudo. A segunda coisa que nos chama a atenção é que Marcos é considerado o autor do Evangelho que leva o seu nome. Embora Marcos não tenha sido um discípulo de Cristo, seguramente presenciou muitos fatos da sua vida, visto que morava em Jerusalém e sua casa tornou-se um ponto de encontro da igreja. Os pais da Igreja, unanimemente aceitaram a autoria de Marcos deste evangelho.8 Papias, um dos pais da Igreja do começo do século 2, afirma que o evangelho de Marcos é a compilação do testemunho pessoal de Pedro acerca da vida e ministério de Cristo. Marcos não foi discípulo de Cristo, mas de Pedro. De acordo com Papias, Marcos foi o hermẽneutẽs (intérprete) de Pedro.9 William Hendriksen diz que não temos nenhuma razão para rejeitar a tradição de que Marcos foi, essencialmente, o “intérprete” de Pedro, pois o conteúdo do livro confirma essa conclusão.10 Esse relato de Papias, que aparece em uma obra de Eusébio, bispo de Cesaréia, autor da primeira grande História da Igreja,11 no século 4, é o mais antigo registro da autoria de Marcos, Marcos, que foi o intérprete de Pedro, escreveu acuradamente tudo o que ele relembrou, tanto sobre o que Cristo disse quanto o que Cristo fez, porém não em ordem. Embora Marcos não tenha ouvido nem acompanhado o Senhor, mais tarde acompanhou Pedro, de quem recebeu todas as informações, de tal maneira que ele não cometeu nenhum engano em seu relato, não omitindo nada do que ouviu nem acrescentando qualquer falsa afirmação acerca do que recebeu.12 Outros pais da Igreja, incluindo Justino, o mártir, Tertuliano, Clemente de Alexandria, Orígenes e Eusébio, confirmam Marcos como o autor desse evangelho.13 Também associam o evangelho de Marcos com o testemunho do apóstolo Pedro.14 Irineu, outro pai da Igreja, afirma: “Depois da morte de Pedro e Paulo, também Marcos, discípulo e intérprete de Pedro, nos legou por escrito as coisas que foram pregadas por Pedro”.15 Marcos é o mais aramaico dos evangelhos, o que evidencia ser um relato da palavra falada de Pedro. O esboço desse evangelho, ainda está afinado com o conteúdo do evangelho pregado por Pedro na casa de Cornélio (At 10).16 A data e o local em que o evangelho foi escrito Robert Gundry afirma que Marcos foi o primeiro evangelho a ser escrito.17 Não existe um consenso unânime acerca da data da sua redação; entretanto, ele deve ter sido escrito entre 55 e 70 d.C, ou seja, antes da destruição de Jerusalém no ano 70 d.C., uma vez que ele não faz qualquer menção desse fato predito por Jesus (13.1-23). Jerusalém foi destruída pelo exército romano sob a liderança de Tito, depois de 143 dias de cerco. Durante essa batalha, seiscentos mil judeus foram mortos e milhares levados cativos.
Hernandes Dias Lopes
domingo, 5 de abril de 2015
"FUNDO DE UMA AGULHA" (Interpretação)
terça-feira, 10 de março de 2015
"MALAQUIAS 3.10" (Interpretação)
Examinemos esta passagem verso por verso, para que dela possamos extrair algumas importantes verdades.
3:8 Este verso nos diz que quando um homem retém seus dízimos ele está roubando, na realidade, a Deus. Isto porque ele está retendo algo que não lhe pertence, antes é propriedade de Deus. [4] Sob o Velho Pacto, o dízimo era mandatório, portanto retê-lo era se tornar um ladrão. Note também que Deus diz que o povo o estava roubando em dízimoS. Ele não disse no "dízimo", mas sim nos "dízimoS" (plural). Estes "dízimos" têm que se referir aos diferentes dízimos requeridos do povo de Deus (o Dízimo para o Levita, o Dízimo para as Festas ao Senhor, e o Dízimo para os Pobres). Adicionalmente, observe que Deus não está condenando o reter apenas dos dízimos, mas também das ofertas. Estas, sem dúvida, referem-se às ofertas especificadas em Levíticos 1-5, tais como a oferta queimada [holocausto], a oferta dos manjares, a oferta de paz, a oferta pelos pecados, e a oferta pelas culpas. Todas estas ofertas eram constituídas, principalmente, de sacrifícios de animais. O suprimento de comida e mantimento para os Levitas era provido, em grande parte, através destes sacrifícios de animais, dos quais os Levitas eram permitidos participar [comendo-os], em certos casos. Uma importante pergunta emerge a este ponto. Por que é que reconhecemos que o sacrifício de animais não é coisa para o Novo Pacto, mas dizemos que o dízimo o é? Se estivéssemos sob a obrigação de pagar dízimos hoje, então, certamente, ainda estaríamos obrigados a oferecer sacrifícios de animais. Deus amarrou um ao outro (os dízimos e os sacrifícios), e disse que Seu povo O estava roubando por reter a ambos. Não podemos decidir "pegar e escolher" qual dos dois ofereceremos a Deus, hoje. Das duas uma: [a] estamos sob a obrigação de oferecer ambos, tanto dízimos como ofertas de animais (sacrifícios), ou [b] ambos [dízimo e sacrifício] têm sido abolidos pela ab-rogação da Lei Mosaica.
3:9 Aqui, somos ditos que, como o povo de Israel estava retendo os dízimos e ofertas, conseqüentemente estava amaldiçoado com uma maldição. Note que o verso não diz "Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda a humanidade." Ao contrário, diz "Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, sim, toda esta nação." Se dizimar fosse um mandamento moral e eterno para todos os povos de todos os tempos, então todos estes estariam sob maldição. Mas nosso texto somente diz que é toda nação de Israel que estava sob a maldição. Agora, o que é interessante sobre esta "maldição" é que, em Deuteronômio 28, somos ditos que se Israel, sob a Lei Judaica, desobedecesse os mandamentos de Deus, então a nação seria amaldiçoada. Note os seguintes textos: Deuteronômio 28:18"Maldito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e as crias das tuas vacas, e das tuas ovelhas. 23 E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro. 24 O SENHOR dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças. 38 Lançarás muita semente ao campo; porém colherás pouco, porque o gafanhoto a consumirá. 39 Plantarás vinhas, e cultivarás; porém não beberás vinho, nem colherás as uvas; porque o bicho as colherá. 40 Em todos os termos terás oliveiras; porém não te ungirás com azeite; porque a azeitona cairá da tua oliveira. E todas estas maldições virão sobre ti, e te perseguirão, e te alcançarão, até que sejas destruído; porquanto não ouviste à voz do SENHOR teu Deus, para guardares os seus mandamentos, e os seus estatutos, que te tem ordenado;" (Dt 28:18, 23-24, 38-40, 45). Nestes versos, Deus adverte que, se o Seu povo desobedecesse Seus mandamentos e estatutos, então as ceifas dele falhariam, as chuvas não viriam, as colheitas seriam pequenas, a locusta [tipo de grilos ou gafanhotos] consumiria a comida, e o fruto das árvores falharia.
3:10 Nesta passagem, Deus fala da "casa do tesouro". Com base em Neemias 12:44, sabemos que isto se refere às câmaras no Templo, postas à parte e designadas para guardar os dízimos dados pelo povo para o sustento dos sacerdotes [e a todos os demais levitas]. Não existe sequer um fiapo de evidência de que devemos associar estas "casas do tesouro" aos prédios das igrejas para os quais os crentes do Novo Pacto devem trazer seus dinheiros. Ademais, a razão pela qual Israel devia trazer todos os dízimos para dentro da casa do tesouro era que houvesse [bastante] alimento na casa de Deus. Deus estava interessado em que os levitas tivessem comida para comer. Este era o propósito daqueles dízimos que eram trazidos para o Templo de Deus. Somos ditos, também, que se o povo de Deus fosse fiel em trazer seus dízimos para a casa do tesouro, Deus abriria as janelas do céu e derramaria para eles uma bênção até que transbordasse. Isto sem dúvidas refere-se à promessa de Deus de trazer abundantes chuvas para produzir a bênção de uma transbordante ceifa.
3:11 Neste verso, Deus promete que se Israel trouxer os dízimoS [e as ofertaS], Ele repreenderá o devorador para que não destrua o fruto da terra. Sem dúvidas, o "devorador" é uma referência às locustas que Deus adverte que virão sobre os campos de Israel se o povo falhar em trazer o dízimo (Dt 28:38; vide acima).
3:12 Neste verso, Deus graciosamente promete que, se Israel for obediente no dar os seus dízimoS e ofertaS, todas as nações a chamarão abençoada. É interessante que Deus não apenas advertiu Israel de que seria amaldiçoada se desobedecesse a Lei Mosaica, mas também prometeu que seria abençoada se a obedecesse. Note estes textos, "1 ¶ E será que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. 2 E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus; (Dt 28:1-2). 4 Bendito o fruto do teu ventre, e o fruto da tua terra, e o fruto dos teus animais; e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas. 8 O SENHOR mandará que a bênção [esteja] contigo nos teus celeiros, e em tudo o que puseres a tua mão; e te abençoará na terra que te der o SENHOR teu Deus. 11 E o SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, e no fruto dos teus animais, e no fruto do teu solo, sobre a terra que o SENHOR jurou a teus pais te dar. 12 O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo, e para abençoar toda a obra das tuas mãos; e emprestarás a muitas nações, porém tu não tomarás emprestado." (Dt 28:1-2, 4, 8, 11-12). Aqui, Deus prometeu abençoar Israel materialmente, se ela fosse obediente. A promessa inclui abundantes colheitas, copiosas chuvas, e grandes aumentos nas manadas e nos rebanhos.
Portanto, é minha convicção que as bênçãos e maldições escritas em Malaquias 3:8-12 referem-se às bênçãos materiais que Deus prometeu a Israel, se ela obedecesse seus mandamentos e estatutos. Dizimar foi um destes mandamentos.
Portanto, que podemos concluir sobre o dízimo, sob a Lei Mosaica? Penso que, com segurança, podemos concluir que o dízimo não tinha nada a ver com o dar dinheiro regularmente, numa base semanal ou mensal, mas, ao contrário, tinha a ver com a adoração a Deus conforme ordenada no tempo do Velho Pacto. O mandamento para dizimar, tal como os mandamentos para não comer camarão nem ostras, tornou-se obsoleto e foi colocado de lado, pela inauguração do Novo Pacto, na morte de Cristo. O dízimo foi o sistema de impostos e taxas ordenado por Deus sob o sistema teocrático do Velho Testamento.
Se alguém deseja dizimar realmente [literalmente] de acordo com as Escrituras, teria que fazer o seguinte:
1) Deixar seu trabalho e comprar uma terrinha, de modo que possa criar seu gado e plantar e colher [grãos, verduras e frutas].
2) Encontrar algum descendente de Leví, para sustentá-lo [e este a um descendente do levita Arão (que realmente seja sacerdote, no Templo, em Jerusalém)].
3) Usar suas colheitas para observar as festas religiosos do Velho Testamento (tais como Páscoa, Pães Asmos, Pentecostes, Tabernáculos) [quando, como e onde Deus ordenou. Literalmente];
4) Começar por dar pelo menos 20 por cento de todas as suas colheitas e rebanhos a Deus; e
5) Esperar que [com toda certeza] Deus amaldiçoe sua nação [em oposição ao próprio crente] com [grande] insuficiência material, se ela for infiel, ou a abençoe com [grande] abundância material, se for fiel.
Penso que todos nós concluiríamos que isto é completamente absurdo! Todos reconhecemos que Cristo tem abolido o sacerdócio levítico, os sacrifícios de animais, e as festas religiosas, em Cristo. Bem, se isto é verdade, por que estamos tentando segurar [i.é manter] o dízimo, que foi parte e parcela de todas essas ordenanças do Velho Testamento?
(Com esta interpretação deixo bem claro, que meu intuito não é que você membro de uma igreja, deixe de dar seu dízimo em sua igreja pois certamente, sua congregação precisa de sua ajuda na obra de Deus, meu intuito com esse post é que saiba oque realmente Ml.3.10 quer dizer, pois muito já ouvi acerca desse texto mas ninguém nos interpreta nas igrejas com medo de perder seus dizimistas, dizem que esse ato é obrigatório e é atribuído até na perca da sua salvação, sendo que não, mas sim um ato voluntário e de fé de cada um)
domingo, 21 de setembro de 2014
A chave para o sucesso de Josué
sexta-feira, 11 de julho de 2014
"Numerologia Bíblica"
Um - Unidade, número de Deus, causa, origem, identidade. Como cardinal indica unidade, e como ordinal significa primazia. Deus é a primeira causa, independente de tudo. "Há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens...'' (1 Tm 2.5).
Dois - Divisão, contraste, dependência, amor. Dois é o número mais usado na Bíblia. O hebraico tem singular, dual e plural. O dual indica dois, mas somente quando se completam, como no corpo: os dois braços, os dois pés, os dois olhos, etc. Na criação há luz e trevas; no mundo, terras e águas; no tempo, dia e noite; na eternidade, salvos e perdidos. Jesus enviou os apóstolos de dois em dois (Mc 6.7).
Três - Trindade, número de Deus, plenitude na unidade. O número três reúne as experiências da vida. Princípio, meio e fim. Pai, mãe e filho. Céu, mar e terra. Manhã, meio-dia e tarde. Direita, centro e esquerda. Na Bíblia houve: 3 filhos de Noé, 3 filhos de Levi, 3 amigos de Jó, 3 maestros de Davi, 3 livros de Salomão, 3 companheiros de Daniel. O tabernáculo tinha: Átrio, lugar Santo e Santíssimo; 3 metais: ouro, prata e cobre; 3 líquidos: sangue, água e azeite. Na tentação de Jesus, houve três propostas. Jesus fez uma ilustração de 3 pães e 3 alimentos (Lc 11.5-12). Três apóstolos acompanharam Jesus em 3 ocasiões especiais: Pedro, Tiago e João. Jesus é o caminho, a verdade e a vida. A inscrição da cruz de Jesus Cristo estava em três línguas: hebraico, grego e latim (Jo 19.19 e 20). No juízo divino, o pecador é contado, pesado e dividido (Dn 5.25-28). Permanecem três virtudes: fé, esperança e amor (1 Co 13.13).
Quatro - número do homem ou do governo do mundo. Há 4 pontos cardeais: Norte, Sul, Leste e Oeste; 4 estações do ano: primavera, verão, outono e inverno; 4 ventos (Jr 49.36; Ez 37.9); 4 confins da terra (Is 11.12b)
Na história do mundo houve 4 impérios mundiais: o babilônio, o medo-persa, o grego e o romano. No holocausto eram oferecidos quatro espécies de animais: novilho, carneiro, cabrito e pombos (Lv cap. 1). Ezequiel viu 4 criaturas a quem chamou querubins. João viu as mesmas 4 em Apocalipse capítulo 4. Na parábola do Semeador há 4 qualidades de terreno (Mt 13.1 -13). Nas visões de Zacarias há: 4 cavaleiros, 4 ferreiros, 4 chifres, 4 carros, etc. A cidade de Damasco, considerada a mais antiga do mundo, soma, nas letras do seu nome, 444. Jesus Cristo foi feito por Deus: "sabedoria, justiça, santificação e redenção" (1 Co 1.30b).
Cinco - Representa a graça de Deus protegendo o seu povo. Pode significar: 1 - Revelação de Deus A Lei de Deus foi entregue a seu povo na forma de 5 livros que são chamados - Pentateuco. É tão importante a Lei que Davi se deleitava em meditar nela. Ali achava ele alimento, conforto, poder, sabedoria, etc. Naquela época, só existiam da Bíblia Sagrada os 5 livros do Pentateuco. Os príncipes das tribos de Israel ofereciam cada um, 5 carneiros, 5 bodes e 5 cordeiros (Nm 7.35). 2 - Santificação O livro de Levítico, que trata da Santidade, traz no começo um cerimonial de 5 ofertas, que simbolizam tudo que Jesus Cristo realizou no Calvário. Os Salmos são divididos, no original, em livros, que correspondem aos 5 livros da Lei. Os livros poéticos do Velho Testamento destacam a adoração a Deus, também são cinco. Para enfrentar o gigante Golias, Davi apanhou 5 pedras dum riacho. Jesus Cristo, para realizar a nossa redenção, recebeu 5 feridas: duas nas mãos, duas nos pés e uma no lado. 3 - Oportunidade Para perceber o mundo exterior, Deus nos deu 5 sentidos. E os membros usados para os trabalhos práticos: as mãos e os pés, cada um termina em 5 dedos. O primeiro dos servos da parábola dos talentos recebeu 5 talentos para negociar com eles (Mt 25.25). Cada crente pode ter 5 possibilidades de servir a Deus, e não uma só. Um rapaz apresentado a Jesus por André entregou 5 pães, com que Jesus alimentou a multidão (Jo 6.9). Oportunidade perdida: O rico tinha 5 irmãos, e, quando estava na condenação, desejava evangelizá-los. Não foi possível. A oportunidade tinha passado (Lc 16.28).
Seis - Número do homem. Está relacionado com o trabalho, "seis dias trabalharás" (Êx 20.9). O mundo foi criado em 6 dias, e o homem foi feito no sexto dia (Gn 1.26-31). Por mais que o homem se esforce, nunca chega à perfeição do 7. Salomão, o rei de maior grandeza e sabedoria na terra, tinha um trono de 6 degraus. A estrela de 6 pontas A estrela de Davi, que vem na bandeira de Israel, como símbolo nacional, tem 6 pontas quando as outras estrelas têm cinco. Os judeus dão algumas explicações sobre o significado daquela estrela: Uma delas diz que a estrela é formada de dois triângulos, um voltado para cima e o outro para baixo. O nome de Davi, no original, tem duas vezes a letra dálete, que corresponde ao nosso D. Esta letra dálete, na antigüidade, tinha a forma de triângulo. Davi no hebraico é DAVID. Quando Davi tomou dos jebuseus a fortaleza de Sião (2 Sm 5.7-9), tornou-a sua capital, e adotou como símbolo nacional esta estrela formada dos dois triângulos das letras de seu nome. Precursores do Anticristo O gigante Golias tinha 6 côvados de altura, e sua lança 600 siclos de ferro (1 Sm 17.4-7). A estátua de Nabucodonozor, 60 côvados de altura e 6 de largura (Dn 3.1).
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Quem era a Jezabel de Apocalipse 2.20 ?
Publicano
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quarta-feira, 9 de julho de 2014
Laudicéia
(a) O “amém” inicial, em que as palavras de quem fala são tomadas como palavras daquele que profere o “amém” (cf. Ap 5.14; 7.12; 19.4 e 22.20). Nas páginas do Antigo Testamento há instâncias desse uso em 1Rs 1.26; Jr 11.5 e 28.6, e ss.
(b) O “Amém” isolado, em que qualquer sentença suplementar fora eliminado. Talvez isso é o que se tem em Ap 5.14, ver ainda tal uso, igualmente, em Dt 27.15, 26 e Ne 5.13, e ss.
(c) O “Amém” final, proferido pelo próprio orador (ver Ap 1.6, 7) isso também se acha no Antigo Testamento, somente nas quatro divisões dos salmos, nos subtítulos, em Sl 41.14; 72.19; 78.52 e 106.48, e ss.
(d) O “Amém” personificado, isto é, Cristo (Ap 3.14), que talvez siga o mesmo, segundo se diz, fraseado de (Is 65.16), “o Deus do Amém” ou “o Deus da verdade".
Exegese de Daniel 4,9 (O sonho de Nabucodonosor)
domingo, 6 de julho de 2014
OS QUATRO SERES VIVENTES (Ap.4.6) Escatológico
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Óleo
terça-feira, 6 de maio de 2014
PARAKLETOS
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Dois tipos de vasos (interessante)
Pedra macia e translúcida, parecida com o mármore, formada pela cristalização natural da água, gota por go- ta, durante milhares de anos. A pedra de alabastro é usada em esculturas finíssimas ou na confecção de vasos para perfume. Por isso o vaso de alabastro é tão valioso, por não ser moldado em barro como os demais vasos e, sim, esculpido por um artista. Maria de Betânia, após ungir Jesus com um bálsamo caríssimo, quebrou o seu vaso (Mc 14:3), mostrando a exclusividade do que havia consagrado ao Senhor. A lição disto é que cada Igreja é um “vaso” de alabastro, mas também podemos representar o vaso de alabastro a um cristão, vejamos: o vaso é o nosso corpo precioso, o bálsamo é a nossa alma, e o perfume é o nosso espírito. Cada pessoa deve consagrar-se inteira, única e exclusivamente ao Senhor. O ato de Maria de Betânia, ao derramar o bálsamo sobre a cabeça de Jesus, ungir os seus pés e enxugá-los, mostra a verdadeira consagração: cada pessoa deve reconhecer a Jesus como cabeça, colocar-se aos seus pés e servi-lo com total exclusividade.
• A Igreja é transparente conf:. Ap 2.1
• A Igreja é preciosa
• A Igreja deixa a luz penetrar em meio a sua
transparência, ou seja Jesus estar dentro dela, mas algumas o deixam do lado de fora como a igreja de laodicéia conf:. Ap 3.20
• A Igreja desaparecerá, e por fim sobrará apenas sua essência, da mesma forma que a mulher quebrou o vaso de alabastro, e por fim o restou foi a sua essência.
VASO DE BARRO símbolo de Israel
Sempre ouvimos dizer que o barro simboliza o crente, mas além desse símbolo, o barro também simboliza a nação de Israel, vejamos oque diz em Jeremias 18 6. "Não poderei eu fazer de vós como fez este oleiro, ó casa de Israel? diz o Senhor. Eis que, como o barro na mão do oleiro, assim sois vós na minha mão, ó casa de Israel."
•O vaso de barro nos impede de vê o seu conteúdo
•Só pode ser visto e contemplado de cima, ou seja só Jeová conhece Israel a finco
• Por não ser translúcido como o alabastro não lhe passa luz, a luz não penetra apenas fica do lado de fora, ou seja Jesus que é a luz veio para os eram seus, mas os seus (os judeus) não o receberam, Israel não se permitiu ser penetrado por essa luz que é Jesus.
• É escuro por dentro, Israel apesar de ser um Estado independente possuí um sincretismo (mistura) dentro dos seus muros, Islâmicos, budistas, e outros povos concentram se em suas ruas, ou seja no seu interior, trazendo obscuridade dentro de si.
Wellington Silva.
quarta-feira, 23 de abril de 2014
CURIOSIDADES HISTÓRICAS VOCÊ SABIA QUE...
O 'menor livro do mundo tem 18 milímetros de comprimento por 12 de largura e é um NT impresso nos Estados Unidos em 1895 contendo 860 páginas?
A história da música Hebraica remonta à primeira pessoa que bateu com um pedaço de pau na rocha, então, percebendo que podia fazer música, a Bíblia diz que Jubal, descendente de Caim, foi inventor da música, Gn 4.21. Mais tarde, a Bíblia diz que o rei Davi inventou vários instrumentos, Am 6.5, e formou um coral de 4000 cantores para louvar ao Senhor com os instrumentos fabricados por ele, I Cr 23.5.
Os Judeus ainda conservam o calendário baseado no ciclo lunar, sendo que contam os anos do início da Era Hebraica em 3761 a.C. O nosso ano de 1975 corresponde ao ano de 5736 do calendário hebraico
O Dr. Lucas registrou a ascensão do Senhor no Evangelho de sua autoria. Lc 24.50-51, dizendo que o Senhor ascendeu aos céus de Betânia, e no livro de Atos, que também é de sua autoria, At 1.9-12, relata que Senhor ascendeu aos céus do Monte das Oliveiras. A explicação é que Betânia estava localizada no declive oriental do Monte das Oliveiras. Então tanto faz dizer que ascendeu de Betânia ou do Monte das Oliveiras.
O juiz de Israel, que se chamava Jair, tinha 30 filhos que cavalgavam sobre 30 jumentos e tinham 30 cidades em Gileade, Jz 10,3-4.
Boquim significa "Lugar dos que choram". Este lugar recebeu este nome porque os israelitas neste local foram repreendidos pelo anjo do Senhor e o povo chorou, Jz 2.1-5.
A cidade de Jericó nos dias da conquista de Josué tinha dois muros. O muro externo tinha 2 metros de espessura e 10 metros de altura e o interno tinha 4 metros de espessura por 10 metros de altura. Entre os muros havia uma distância de 5 metros, onde residia Raabe, Js.
Há no mar da Galileia 22 tipos de peixes, dentre os quais se destaca o famoso peixe de São Pedro.
O Monte das Oliveiras está situado na linha de um cinturão sísmico. A cadeia de hotéis Hílton deixou de construir o hotel mais sofisticado do mundo neste local por orientação de engenheiros sismologistas, Zc 14.4
Houve um dia na história de Israel em que os cães foram proibidos por Deus de latir, Ex 11.7.
Numa época de aperto em Samaria, no tempo do profeta Elizeu, uma cabeça de jumento chegou a custar 80 sidos de prata, II Rs 6.25.
O véu do templo que rasgou de alto a baixo por ocasião da morte de Cristo, referido em Mt 27.51, tinha uma espessura de 10 cm, ou seja, de 4 polegadas. Era tecido com 72 dobras torcidas e cada dobra feita com 22 fios e media 18 metros de altura por 9 metros de largura e somente uma junta de bois podia rasgá-lo.
O pergaminho era feito de peles de ovelhas ou de cabritos, preparados para servir de material de escrita, II Tm 4.13, e substituiu o então tradicional papiro e recebeu esse nome por ter sido idealizado na cidade de Pérgamo, mencionada em Ap.2.12-17.
O grande estudioso da Bíblia, intelectual inglês, Tomas Harwell Horne levou 17 anos contando cada versículo, cada palavra e cada letra da Bíblia até conseguir um cômputo exato.
A primeira revisão da Bíblia terminou em 10 de julho de 1884, depois de 792 dias de 6 horas-de trabalho
terça-feira, 22 de abril de 2014
CURIOSIDADES BÍBLICAS.
1. Gênesis24-2; 47.29-31 O juramento com a mão sob a coxa. Significava então submissão, obediência irrestrita. Por isso Deus tocou a coxa de Jacó. (Gn 32.24-32). Realmente, dali para a frente Jacó tornou-se um homem de Deus. Até seu nome foi mudado!
2. Gênesis 37.34-Rasgaras vestes Demonstração de luto, tristeza, lamento. Há 28 casos na Bíblia. Os sacerdotes não podiam fazer isso (Lv 10.6), mas, em Mateus 26.65 o fez, sem razão. Esse ato de rasgar as vestes obedecia a uma série de regras.
3. Juízes5.10-0 cavalgar sobre jumentas brancas Era então costume exclusivo dos reis, juízes e fidalgos isso explica a passagem em apreço.
4. Juízes 9.45 Semeadura de Sal Esse ato significava desolação perpétua sobre o local. Castigo perene
5. 'Rute 3.9- Pôr a aba da capa sobre alguém Significava a proteção. Aqui tratava-se da lei do levirato, conf. Dt 25.5-10, portanto nenhuma indecência havia aqui, como muitos o querem.
6. Salmo 119.83-Um odre na fumaça Odres são vasilhas feitas de peles para o transporte de líquidos. Eram postas sobre a fumaça para ficarem endurecidas pelo calor e fumaça. Isso também fazia aumentar a resistência e a espessura do couro através do encolhimento. Fala do estado de alma de Davi.
7. Mateus 1.18-Maria desposada com José Na linguagem do AT, o termo significa noivos, conforme vemos em Dt. 20.7; 22.23-24. Naqueles tempos, em Israel, o noivado era ato seríssimo. E de fato o é. Os noivos tinham responsabilidade como se fossem casados Em suma: Em Israel, o noivado era o primeiro ato do casamento. Nessa ocasião, o noivo entregava à noiva o contrato de casamento, ou uma moeda inscrita: "Consagrada a mim."
8. Mateus 25.1-13 - Um casamento oriental As núpcias duravam 7 dias ou mais dias. A união definitiva do casal somente tinha lugar no último dia. Nesse dia, o noivo dirigia-se à casa da noiva à a noite e a conduzia para a sua casa. Às vezes o ato ocorria também de dia. A lua-de-mel durava um ano. (Dt 24.5).
9. Lucas 10.4 - A ordem de Jesus: "A ninguém saudeis pelo caminho " Não se tratava de indelicadeza. 0 tempo que restava para Jesus era pouco, muito pouco, e as saudações orientais tomavam muito tempo, não somente devido à troca de expressões formais, mas também por causa das poses que o corpo assumia. Se os enviados por Jesus cumprimentassem o povo segundo a maneira daquela época. Ele não cumpriria sua missão redentora no devido tempo. Ele sempre se referia ao "meu tempo".
10. Romanos 12.20 - Brasas sobre a cabeça do inimigo (Pv25.21-22) O fato refere-se às leis levíticas de Levítico 16.12, quando o sumo sacerdote fazia expiação pelo povo, incluindo o incensário cheio de brasas. A expiação satisfazia à justiça de Deus, promovendo a reconciliação do homem com Ele. 0 caso aqui citado que serve para dar uma idéia do valor que há na compreensão da vida, das leis, e dos usos e costumes antigos orientais, conforme vemos na Bíblia.
11. Paulo foi maravilhosamente capacitado para grande trabalho entre os gentios:
(a) Por nascimento, era hebreu.
(b) Por cidadania, era romano.
(c) Pela cultura, era grego
segunda-feira, 21 de abril de 2014
O mar de vidro de apocalipse (Escatológico)
“...um como mar de vidro”. Simbolicamente o “mar” representa povos, e multidões, e nações, e línguas: em estado de inquietação (cf. Lc 21.25 e Ap 17.15). O “mar” do presente texto, pode simbolizar a “nação santa, o povo adquirido...” pelo sangue do Cordeiro (cf. 1Pd 2.9), que subseqüentemente acharam seu lar nos céus. O “mar” terrestre representa as “nações mortais” (Ap 13.1). Assim, o “mar” celestial representa as “nações celestiais”. Esse “mar” é claro e puro, em contraste com as águas agitadas e imundas dos mares terrenos aqui deste mundo. Podemos observar a frase: “como mar de vidro” e aceitarmos esse sentido. (“Um dia chegaremos na praia do outro mar”. Enfatiza um cantor sacro). 1. quatro animais cheios de olhos. Estes seres sobrenaturais são sempre citados em conexão com o trono de Deus (cf. Ez 1 e 10). Nas passagens dos capítulos (1 e 10) de Ezequiel eles são chamados de “querubins”. A palavra “querubim” ou “querubins” tem sua raiz no verbo “Ker~uhbim”. Plural de “querube”. Significa guardar, cobrir ou celestial. São vistos pela primeira vez, ao lado oriental do Jardim do Éden, guardando “o caminho da árvore da vida” (Gn 3.24). Sobre o propiciatório (a tampa da arca), eram contemplados dois querubins de ouro (Êx 25.17-22). As bordaduras das cortinas do tabernáculo eram figuras de querubins (Êx 25.18). O véu que fazia “separação entre o santuário e o lugar santíssimo” era bordado com figuras de querubins em alto relevo (Êx 26.31, 33). Deus habita entre os querubins e deles faz sua carruagem (Sl 18.10 e 80.1). Os querubins contemplados aqui por João, fazem a “Guarda Celeste” do trono de Deus (Ap 4.6, 9; 5.13-14).
sexta-feira, 18 de abril de 2014
FOGO (Tipológico)
(Is 6.4; Ez 1.4; Ap 1.14). O castigo de Deus é ilustrado pelo fogo que consumia (SI 18.6,12). 2. A presença e aprovação de Deus se manifestam pelo fogo caindo sobre os sacrifícios feitos a Ele. Houve uma tocha de fogo sobre sacrifícios feitos por Abraão (Gn 15.17), e caiu fogo, da parte do Senhor, sobre o holocausto oferecido por Elias, em desafio aos profetas de Baal (1 Rs 18.38). 3. O fogo pode ser a perseguição ou as provações que o crente sofre. "...Passamos pelo fogo e pala água..." (SI 66.12b) "...quando passares pelo fogo não te queimarás, nem a chama arderá em ti" (Is 43.2b). "Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo...''
(I Pe 1.7a). O fogo da tribulação serve para prova da fé e paciência, que nos traz conhecimento espiritual, "...a tribulação produz paciência" (Rm 5.3b; Tg 1.2,12). 4. O fogo representa o tormento eterno, o inferno, que é chamado "o lago de fogo" (Ap 19.20; 20.14,15; 21.8). Jesus falou da perdição como ".. .o fogo que nunca se apaga"
(Mc 9.43b,44b,45b,46b,48b). Ainda: "...o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Mt 25.41b). No juízo, o mundo será destruído com fogo. Os céus em fogo se queimarão, e os elementos, ardendo, se desfarão (2 Pe 3.10). "Mas os céus e a terra que agora existem... se guardam para o fogo, até o dia do juízo..." (2 Pe 3.7). 5. O fogo ilustra a proteção de Deus para com o seu povo. "Eu, o Senhor, serei para ela um muro de fogo em redor..." (Zc 2.5). Quando o profeta Elizeu estava ameaçado pelo rei da Síria, o exército cercou a cidade de Dota para prender o profeta. De manhã, o moço que acompanhava Eliseu, se levantou primeiro e, vendo o exército inimigo ao redor com cavalos e carros, disse: "...Ai, meu senhor! Que faremos?" (2Rs 6.15c). Eliseu respondeu: "...Não temas; porque mais são os que "» estão conosco do que os que estão com eles (2Rs 6.16b). Em seguida Eliseu orou a Deus pedindo que o Senhor abrisse os olhos do moço para ver a proteção de Deus. O Senhor atendeu a oração, abriu os olhos do jovem e este viu o monte cheio de cavalos e carros de fogo ao redor de Eliseu
(2 Rs 6.12,17). Além destes, o fogo ainda é símbolo do Espírito Santo. Também no julgamento dos crentes suas obras serão provadas pelo fogo
(l Co 3.14,15)